18 de setembro de 2012

Contrastes



Meninos de rua dormem na calçada no centro de São Paulo. Miserere. Foto: Oliveiro Pluviano
Fonte: Revista Carta Capital
  

A imagem retrata uma situação comum no centro da cidade de São Paulo. Crianças abandonadas por suas famílias e que vivem nas ruas, dormem juntas sobre os respiradores do Metrô para não passarem muito frio. Esse é apenas um triste retrato de como andam as políticas publicas que protegem crianças e adolescentes no Brasil.
Crianças desamparadas tornam-se alvos fáceis de marginais e aliciadores e podem se envolver em trafico de drogas, roubos e outros delitos. Investimentos em projetos sociais é a melhor maneira para tirar essas crianças das ruas e da mira de bandidos.

Investir em escolas de qualidade, cultura e esportes podem fazer com que crianças encontrem um caminho de lhes deem dignidade. Não é preciso gerar craques no esporte, cantores ou artistas de sucesso que ganham muito dinheiro e ficam milionários para o projeto social ser bem sucedido. Basta dar dignidade, tirar essas pessoas das ruas e fazê-las se sentirem uteis e produtivas para que as vidas delas se transformem.
Quando um adolescente cai na vida da criminalidade ou das drogas, por exemplo, elas precisam de tratamento que demandam altos investimentos e sem retorno garantido, uma vez que é muito grande a possibilidade desses meninos virarem reincidentes porque essas fundações de recuperação não trabalham de forma correta.

Os adolescentes quando entram nessas instituições de recuperação para voltar à vida em sociedade precisam ser auxiliados por profissionais qualificados em diversas áreas, como auxilio por psicólogos, pedagogos, entre outros profissionais, e não apenas ficarem jogados e tratados como marginais irrecuperáveis. Todo esse tratamento custa caro aos cofres públicos, por isso, a necessidade de recuperarem essas crianças e adolescentes antes de caírem nas diversas formas de criminalidade com fortes políticas preventivas, como investimentos em cultura, educação e esportes para essas crianças menos favorecidas, pois, a prevenção é sempre muito melhor e mais barata que a correção desses indivíduos.

O Estatuto da Criança e do Adolescente garante esse direito a essas pessoas, basta o poder público olhar com mais carinho e garantir que esses direitos sejam cumpridos, porque as crianças e os adolescentes representam o futuro da sociedade, e quanto melhores capacitadas nesse período de suas vidas, melhores serão os adultos de amanhã.
 


    

           
Por Ana Paula, Bianca, Carla, Érica, Jéssica e Márcia.
 


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