Neste semestre nos foram propostas várias atividades diversificadas, umas das atividades que mais nos tocou foi à produção de Fanzines. Os Fanzines foram apresentados a nós numa aula muito agradável, com o profa. Marta Regina Paulo da Silva e os convidados prof. Elydio dos Santos Neto e o prof. e desenhista Gazi Andraus.
O
Fanzine seria uma revista editada por um fã (fã, em português). Trata-se de uma
publicação despretensiosa, eventualmente sofisticada no aspecto gráfico,
dependendo do poder econômico do respectivo editor (faneditor). Engloba todos os
tipos de temas, assumindo usualmente, mas não necessariamente, uma determinada
postura política, com especial incidência em histórias em quadrinhos (banda
desenhada), ficção científica, poesia, música, feminismo, vegetarianismo,
veganismo, cinema, jogos de computador. Fonte Wikipedia.
No término
da aula, os professores nos provocaram a fazer os nossos próprios fanzines,
fomos todos para biblioteca e participamos de uma oficina de fanzine, a tarefa
era produzir uma biografia de nosso percurso escolar e apresentar em uma
determinada aula os mesmos, socializando com toda a turma. Não foi uma tarefa
fácil, pois precisávamos buscar em nossas mentes fatos já esquecidos, fotos,
etc ..., a segunda parte era pensar como queríamos apresentar essa trajetória,
os professores deixaram bem claro que a criação era livre, desde uma pequena
caixa, até um convite, uma flor, móbile, etc..., o importante era que o produto
final fosse de própria autoria.
No
dia da apresentação houve trabalhos desde os mais simples aos mais elaborados,
cada um com sua singularidade, nessa socialização tivemos oportunidades de
conhecer além da história escolar de nossos colegas de classe, a vida pessoal,
cada um com suas tristezas e alegrias.
Os
Biograficzines podem ser trabalhados com as turmas da EJA, de forma com que os
alunos pensem em suas experiências de vida, e transforma em algo criativo, para compartilhar com a sala e o professor, é
uma forma de aprendermos todos juntos, no dialogo com seus semelhantes nos faz
perceber que “ninguém educa ninguém, ninguém tampouco se educa sozinho, os homens
e as mulheres de educam entre si, mediatizados pelo mundo”. Freire (1993).
As fotos abaixo são Biograficzines que nosso grupo produziu na oficina.

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