O ato da leitura, sem dúvida é de grande importância
na formação educacional do homem, porém, como falar de leitura na educação
infantil? Neste momento da vida em que as crianças estão descobrindo o mundo, e
novas sensações as histórias surgem como um novo mundo.
As crianças conseguem fantasiar, “vivenciar no
mundo delas” diferentes papéis que não desempenham na realidade, são animais,
princesas, super heróis, adultos, enfim são crianças. As histórias contadas por
adultos assumem outro significado e muitas vezes se tornam uma verdade para as
crianças.
A
contação de histórias pode assumir um papel revelador e denunciante, pois ela
pode perceber e fazer ligações do real com o imaginário, auxiliando quem está
em volta da criança na sua formação. Por isto educadores e familiares devem se
empenhar nesta tarefa de estimular a criação e imaginação dos pequenos.
Possibilitar
o acesso a este objeto é instigar o desejo de ler, assim os responsáveis devem
demonstrar a paixão pelos livros e incentivar esse amor desde cedo, através da
criação de ambientes convidativos e atraentes e acessíveis para manuseio dos
livros pelas crianças. O livro deve ser um objeto acessível para que possa
fazer parte do cotidiano infantil, assim as crianças fazem a leitura
aproximando-se do fantástico e vivendo o inesperado, associando o real do
fictício.
O ato de ler não seria somente pelas letras, mas sim pela leitura de mundo de cada indivíduo, segundo Paulo Freire, patrono da educação brasileira, no livro o ato de ler “impor a eles nossa compreensão em nome da sua libertação é aceitar soluções autoritárias como caminho de liberdade”, desta maneira cada criança terá sua própria leitura e ressignificação para a história ou livro de acordo com sua realidade.
O ato de ler não seria somente pelas letras, mas sim pela leitura de mundo de cada indivíduo, segundo Paulo Freire, patrono da educação brasileira, no livro o ato de ler “impor a eles nossa compreensão em nome da sua libertação é aceitar soluções autoritárias como caminho de liberdade”, desta maneira cada criança terá sua própria leitura e ressignificação para a história ou livro de acordo com sua realidade.
Ana Paula, Bianca, Carla, Érica, Jéssica e Marcia.
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