Todas
e todos, estudantes do 4º semestre do curso de pedagogia, fomos
desafiadas/desafiados a fazer uma leitura crítica da palavra e do mundo,
através textos, poesias, cordéis,
anúncios, gestos, imagens, fotografias, crônicas do cotidiano, música, vídeos com
entrevistas ou documentários, na construção de um blog, com o objetivo de refletirmos sobre as
práticas e olhares inclusivos no contexto da exclusão, já que estamos em uma
sociedade excludente, focando na identidade, memória, cultura, diversidade
cultural, desigualdades sociais, linguagens urbanas, mundo do trabalho, o papel
do pedagogo na empresa e cidadania.
Na
reta final de entrega do projeto, observando a construção dos outros blogs,
nós, do SABERES DIFERENTES, pensamos na grandeza de conhecimentos que esse
desafio nos proporcionou. Todos os blogs estão subsidiados pela mesma proposta,
assim, pode se esperar, trabalhos parecidos, com conteúdos e posicionamentos
similares. Mas, não é o que acontece. São diversos olhares, diferentes
concepções e experiências que constituem cada um dos grupos.
É preciso tornar a sala de aula um espaço bilateral de difusão do conhecimento. O docente precisa
interagir com a vivência de cada educando para proporcionar prazer, o mais
importante também é ter prazer, pois só assim é possível tornar gostosa e real
a aprendizagem de alguns conteúdos.
A quimera de escolha da profissão somente por gostar de criança ou por amor, não é suficiente, é necessário mais do que amor, ensinar é reconhecer que a educação é uma ideologia, é estar de olhos abertos para não se alienar e não contribuir para a propagação da discriminação.Ter como base norteadora que “ser humano é ser junto”, que a praia dessa classe é o futuro, a busca pela liberdade e a prática docente é uma maneira de romper com as barreiras das desigualdades, tendo como maior desafio unir a ciência da origem com a política em educação. Terminando com que o talvez seja o verdadeiro sentindo da prática docente, a esperança no futuro e a possibilidade de repartir idéias para que todos possam ter acesso ao conhecimento. Juntos, compartilhando saberes diferentes.
A quimera de escolha da profissão somente por gostar de criança ou por amor, não é suficiente, é necessário mais do que amor, ensinar é reconhecer que a educação é uma ideologia, é estar de olhos abertos para não se alienar e não contribuir para a propagação da discriminação.Ter como base norteadora que “ser humano é ser junto”, que a praia dessa classe é o futuro, a busca pela liberdade e a prática docente é uma maneira de romper com as barreiras das desigualdades, tendo como maior desafio unir a ciência da origem com a política em educação. Terminando com que o talvez seja o verdadeiro sentindo da prática docente, a esperança no futuro e a possibilidade de repartir idéias para que todos possam ter acesso ao conhecimento. Juntos, compartilhando saberes diferentes.
Ana Paula, Bianca, Carla, Érica, Jéssica e Marcia.
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